• Idealizado para despertar entre os alunos um olhar mais apurado sobre as Artes Plásticas e a Literatura Brasileira, o Colégio Batista está realizando, de 23 a 27 de março, a Semana LiterArte.

    Sob o tema “Valorizando o talento”, a Literarte homenageia a artista Vera Moreno, autora de obras inspiradas em pintores modernistas como Romero Brito, Aldemir Martins, Anita Malfatti e Tarsila do Amaral, repletas de cores vibrantes, elementos em estilo geométrico e desenhos estilizados. A exposição com as principais obras da artista está aberta para visitação pública no pátio principal do colégio até sábado. A artista plástica também terá um bate-papo e uma oficina de artes com os alunos no sábado, dia do encerramento do evento.

    vera moreno

    Consta ainda na programação da Semana LiterArte, uma exposição de quadros desenvolvidos pelos alunos através da releitura de obras dos principais artistas plásticos brasileiros. Dentro da área da Literatura, o evento promove também o Movimento Poético, com a mostra de trabalhos produzidos pelos próprios alunos. Além da mostra de poesia, o evento traz ainda a Oficina Poética, que propõe aos participantes a descoberta da sensibilidade para fazer e apreciar este gênero literário.

    A Semana Literarte, sob coordenação de Ana Maria Melo e Trindade Cortez, é aberta à comunidade com entrada franca. Para maiores informações: www.batistabrasileiro.com.br ou pelo telefone 14 3235-1622, das 7h às 17h.

  • Uma tia que por lá trabalhou, um primo que por lá estudou. Com 108 anos de história, muitas pessoas queridas passaram pelo Colégio. Alguns voltaram para matricular os filhos, até os netos. Outros seguem a caminhada com saudades “do nosso Colégio Batista”.

    Afim de reunir todas as pessoas que fizeram e fazem parte da sua história, o Colégio Batista Brasileiro está lançando a sua REDE SOCIAL, um espaço informal na internet onde todos aqueles que de alguma forma ajudaram a construir sua história tem a possibilidade de se comunicar, rever fatos e fotos nostálgicas, e reviver bons tempos.

    Será que a turma de 78 estaria por lá? Ou quem sabe aquela  professora de Português? Bem, só há um jeito de saber.

    www.batistabrasileiro.com.br/redesocial | Um lugar para todas as pessoas que fizeram e fazem parte dos 108 anos desta história.

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    “A Sociedade é machista”. Essa frase é ouvida com muita freqüência em nosso meio para registro e para lembrança do quanto a humanidade perdeu e tem perdido ao relegar para o segundo plano a importância da mulher na sociedade, no lar e na história.

    Ao reverenciarmos o Dia Internacional da Mulher é oportuna a reflexão da opressão sofrida e que ainda sofre a mulher em todos os quadrantes da terra, e dos motivos de ficarmos inertes e passivos com a violência, em todas as suas formas: discriminação, agressão, opressão, descaso, etc.

    Os meios de comunicação nos dão conta da discriminação que ocorre no trabalho, quer na contratação quer na remuneração feminina. Segundo dados do IBGE, em nosso país, as mulheres são a maioria da população e ao mesmo tempo, a minoria entre os trabalhadores ocupados. O seu rendimento equivale a 70% do recebido pelos homens com a mesma escolaridade. As delegacias da mulher já não dão conta de atender as inúmeras queixas que são registradas por todo o tipo de agressões: a cada centena de brasileiras, 15 vivem ou já vivenciaram algum tipo de violência doméstica, segundo a pesquisa DataSenado, de 2007. Apesar dos avanços da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) que contemplou os principais tratados e convenções internacionais, os obstáculos para colocá-los em prática ainda são muitos. As inibições que oprimem por ações ou omissões físicas, econômicas ou psicológicas são notadas, mas pouco reprimidas, no dia a dia. Até a história sagrada aponta circunstâncias em que a mulher não era contada, não tinha expressão na multidão, mas revela a importância da sua presença em vários momentos da vida de Cristo, no Novo Testamento e como líderes marcantes no Velho Testamento.

    Nos últimos cem anos, porém, os avanços foram significativos. A mulher passou a poder praticar atos de comércio, votar e ser votada e assumiu funções relevantes na sociedade ao se empenhar na luta pela subsistência própria e da família. Hoje ela está presente em todos os setores da sociedade. Mas falta muito mais.

    A versão mais aceita para marcar o Dia Internacional da Mulher é a que aponta para a ingente luta feminina buscando melhores condições sociais em comparação às dos homens, como exemplifica o fato de uma centena de mulheres, que trabalhavam em uma fábrica têxtil de Nova Iorque nos Estados Unidos, em 8 de março de 1857, terem sido mortas, queimadas, ao postularem seus direitos.

    Hoje ainda, muitas mulheres morrem “queimadas” pelo fogo da opressão, da agressão e da discriminação. São perdas que a humanidade não poderá jamais reparar.

    Enquanto pudermos, o Dia Internacional da Mulher deve servir menos para darmos flores e bombons para as mulheres de nossas vidas e mais para refletirmos e pensarmos naquelas que ainda não são contadas como cidadãs, nem obtiveram sua merecida dignidade e seu justo reconhecimento, quer vivam ao nosso lado, quer vivam nos confins do planeta.

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